segunda-feira, 28 de abril de 2008

Como empresas podem tirar o máximo do Google?

Estar sempre online e trabalhar com a sabedoria popular são boas práticas de anúncios, diz o Google.

As dicas foram dadas por Alexandre Hohagen, presidente do Google no Brasil, durante sua palestra no Seminário INFO sobre Marketing de Busca, em São Paulo, que reúne especialistas em SEO e SEM e profissionais de marketing das grandes empresas.

Hohagen citou em sua apresentação alguns casos de companhias, como Dell, Fiat e Schincariol, que usam as ferramentas busca na divulgação de suas marcas. "A Dell mudou totalmente sua forma de fazer publicidade depois de colocar todas as palavras que se relacionavam aos seus produtos nos links patrocinados", afirma Hohagen.

Segundo ele, é importante que as empresas percebam que o comportamento dos usuários online reflete as suas atitudes no mundo offline. Isso vale para eventos sazonais, como é o caso da procura por peixes na época da Páscoa ou mesmo por personagens que nascem de um dia para o outro, como o aumento na procura pelo termo "Rafinha", o vencedor da etapa 2008 do Big Brother Brasil, que ocorreu no início do ano.

Outra prioridade é a produção de vídeo. Hohagen lembra que há uma grande migração hoje da audiência de outras mídias para vídeos de consumo rápido, como os que circulam no YouTube. "Há trabalhos como um vídeo da marca Dove que mostra a transformação de uma mulher e já foi visitado mais de 61 milhões de vezes", diz.

A interatividade com o público-alvo é outra boa prática apresentada pelo Google. Criar ações online que permitam a intervenção do cliente é uma forma de chamar a atenção, além de obter um conhecimento instantâneo e gratuito de quem compra o produto. "A Mastercard criou no YouTube uma campanha para que as pessoas fizessem vídeos falando o que para elas não tinha preço", afirma.

Google fará treinamento para Adwords

Hohagen também anunciou que a empresa acaba de fechar parceria com uma empresa de treinamento para dar cursos presenciais de Adwords no Brasil. Eles serão ministrados no recém-inaugurado centro de estudos e desenvolvimento da empresa. "Os cursos já estarão disponíveis nas próximas semanas nos níveis básico, intermediário e avançado", diz.

Fonte: INFO online, Bruno Ferrari

Seminário INFO

Hoje, 28 de abril de 2008, a revista Info está realizando o Seminário INFO sobre Marketing de Busca. Nossa CEO, Lorena Lamas, está presente no evento que reúne especialistas em SEO e SEM e profissionais de marketing.

Durante o dia, serão apresentadas palestras com presidentes das operações brasileiras do Google, do Yahoo! e do grupo de serviços online da Microsoft, Osvaldo Barbosa. Uma verdadeira imersão nas técnicas de Search Engine Optimization e Search Engine Marketing, que contará com representantes de empresas como Sony, Bradesco, Pepsi e Fiat, que mostrarão seus resultados na área de marketing de busca.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Google é a marca mais poderosa do mundo pela segunda vez

Pelo segundo ano consecutivo, o Google se configura como a marca mais poderosa do mundo, segundo o ranking Brandz, publicado nesta semana pela empresa de consultoria britânica Millward Brown.
O Google, o site de buscas mais popular da internet, aparece no topo com um valor de mercado em torno de US$ 86 bilhões, 30% a mais que no ano passado.

"A posição do Google se deve a uma fantástica atuação financeira e ao valor de seu capital", comentou o diretor de contabilidade internacional da Millward Brown, Peter Walshe.

Na segunda posição aparece o conglomerado industrial, financeiro e de meios de comunicação General Electric (GE), com quase US$ 71,38 bilhões, seguido da gigante da informática Microsoft, avaliada em US$ 70,89 bilhões.

Entre os dez primeiros estão Coca-Cola (quarto lugar), seguida pela China Mobile, IBM, Apple, McDonald's, Nokia e Marlboro. O valor total de todas as marcas do ranking aumentou 21%, ao passar de US$ 1,6 trilhão em 2007 para US$ 1,94 trilhão em 2008.
"O ranking de marcas deste ano demonstra a importância de investir em marcas, especialmente em momentos de turbulências nos mercados", afirmou Joanna Seddon, conselheira delegada de Millward Brown.

"Nossos dados mostram que as marcas fortes continuam superando as fracas em participação de mercado e em preços de ações durante as recessões", disse.

A classificação da Millward Brown foi realizada a partir de uma pesquisa de opinião de um milhão de consumidores no mundo todo e de diversos dados financeiros sobre 50 mil marcas internacionais.

Fonte: EFE

terça-feira, 15 de abril de 2008

Google Busca Universal chega ao Brasil

Sem alarde, o Google estreou no começo de abril o OneBox, seu conceito de busca universal que congrega informações de diferentes serviços da empresa a partir de um mesmo termo introduzido na sua busca convencional.

Chamado de Busca Universal no Brasil, o conceito já permite que brasileiros encontrem informações sobre sessões de cinema nas principais capitais no país e ofertas de livros disponíveis dentro do Google Pesquisa de Livros, confirmou o Google Brasil nesta sexta-feira (11/04).

Desde o dia 4 de abril, o resultado da busca pelo título de um filme pede que o usuário entre o nome da cidade onde mora, remetendo a uma lista de sessões de cinema disponíveis exibindo determinada obra.

O Google Brasil confirmou que cinemas das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre já estão funcionando - muitas empresas do setor nestas cidades, porém, ainda não fecharam acordos de conteúdo, o que leva a resultados ainda incompletos.

O serviço Pesquisa de Livros do Google também está pronto e funcionando, afirmou o buscador, acrescentando que livros encontrados no serviço já contêm links para lojas virtuais onde as obras poderão ser compradas.

O Google Brasil afirmou que a Busca Universal não tem data para lançamento oficial e deverá ser ganhar funções aos poucos.

Fonte: IDG Now!

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Brasil e México são foco do Google na América Latina

Até 2012, cerca de 30% da população da América Latina terá acesso à web via banda larga. Atualmente, esse porcentual não passa de 10%. O número de assinantes de internet passou de 17,6 milhões em 2003 para 34,9 milhões em 2007 na América Latina, para uma base de cerca de 80 milhões de usuários. Com base nesses números, o Google decidiu reforçar o investimento da companhia na região, com destaque para Brasil e México. "Brasil e México são os países com maiores oportunidades de crescimento para o Google na América Latina", afirma Jose Maria Lopez, gerente da empresa para a região, sem revelar o quanto vai investir. "É onde a companhia vislumbra maior espaço para oferecer seus produtos e serviços, uma vez que o Chile - campeão de acesso per capita à internet na região - e a Argentina já contam com uma penetração maior da web nos lares", reforça.

Ele comenta que 10% da população mundial têm acesso às redes sociais, dos quais 29% acessam o MySpace, 12% o FaceBook e 11% o Orkut.
Embora não revele dados, o executivo assegura que a empresa vai continuar crescendo de forma acelerada na América Latina nos próximos anos. O Brasil foi o país no qual o Google registrou maior crescimento em 2007. Segundo Lopez, a base instalada de computadores está em expansão - a base de computadores duplicou nos últimos cinco anos na região, onde o mercado de internet movimentou US$ 85 bilhões em 2007.

Um dos principais objetivos do Google é universalizar o acesso à internet em toda a América Latina, segundo o diretor-geral da empresa para a região, Daniel Alegre. A companhia abriu escritório em São Paulo em 2005, um mês depois no México e, em abril do ano passado, em Buenos Aires, além do centro de desenvolvimento em Belo Horizonte, há um ano.

O escritório de Buenos Aires tem tido um crescimento tão rápido que servirá de suporte para Itália e Espanha. "A América Latina é a região que mais cresce em termos percentuais, mais que a Índia e a China", afirma o executivo. Dos cerca de 80 milhões de usuários da internet na região, cerca de 25% têm acesso à banda larga.

O executivo diz ainda que entre os obstáculos à democratização da internet na região está o alto custo dos computadores e dos celulares com tecnologia Wap. "Trabalhamos junto com governos da região para levar o acesso à internet para todo mundo", afirma Daniel Alegre. Ele diz ainda que a internet precisa ser gratuita e cita o exemplo do programa Android, sistema operacional aberto para celulares, que a empresa vai lançar em breve. O executivo comenta que o crescimento da empresa na América Latina supera os três dígitos e que mais de 50% do tráfego dos produtos da empresa acontecem fora dos EUA.

Propaganda

José Maria Lopez destaca o aumento da publicidade on-line na região, que triplicou nos últimos três anos e atinge 3% do total de investimentos em mídia. O executivo salienta também o aumento do investimento em publicidade on-line em canais de TV por internet e lembra da All TV, de São Paulo, que comercializa banners em sua programação. O comércio eletrônico alcança US$ 1,8 bilhão na região, informa Lopez. O preço de acesso à internet na América Latina recuou de US$ 35 por mês para US$ 28 nos últimos três anos. Lopez ressalta o esforço do governo de alguns países da América Latina região em lançar programas e facilitar o acesso à banda larga nas escolas.

Fonte: Gustavo Viana, Gazeta Mercantil

terça-feira, 8 de abril de 2008

Computadores vencem a barreira da classe D no início de 2008

As vendas de computadores no Brasil chegaram em março a uma nova fronteira: a classe D. Segundo o presidente da maior fabricante de PCs e notebooks do Brasil, a Positivo Informática, Hélio Rotenberg, a classe C também já está conseguindo arcar com prestação de um computador melhor. E isso está acontecendo uniformemente em todo o país, segundo o executivo.

"Já estamos pegando uma pontinha da classe D (na venda de computadores), já tem empregada doméstica comprando computador, o autônomo que ganha R$ 800 também", disse Rotenberg durante entrevista no Reuters Latin America Investment Summit.

"Está sobrando dinheiro para as famílias de classe C e elas estão comprando computador. O tíquete médio subiu neste mês de março impressionantemente", afirmou. A chamada classe C é formada por famílias com renda média de cerca de R$ 1.000 por mês.

Segundo ele, as famílias estão aproveitando sobra de orçamento para optarem por modelos de computadores mais sofisticados, com telas de cristal líquido (LCD) de 19 polegadas.

"Temos um modelo de R$ 1.799, um computador completo com (monitor de) 19 polegadas e LCD. Vendeu uma quantidade em março absolutamente fora de qualquer padrão, com parcela de R$ 79. O cara que iria comprar pela parcela de R$ 59, já se dá ao luxo de escolher um computador com prestação de R$ 79", afirmou o executivo.

O Brasil avançou no ranking mundial de vendas de computadores em 2007, passando da sétima para a quinta posição, com vendas de 10,7 milhões de PCs entre desktops e notebooks. Esse volume, representou um salto de 38% sobre as vendas de 2006, de acordo com dados da empresa de pesquisa de mercado IDC.

A companhia prevê para 2008 "outro excelente ano para o consumo de PCs no País". Para Rotenberg, que cita institutos de pesquisa, o segmento de varejo do mercado brasileiro de PCs crescerá em média 30% ao ano nos próximos quatro anos.

Fonte: Alberto Alerigi Jr. e Maurício Savarese, da Reuters

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Novo sistema de busca brasileiro premia internauta por pesquisas realizadas

Wini oferece vales e cupons de desconto em lojas virtuais a usuários que utilizam buscas do Google e do Buscapé a partir do site.
Inspirado no serviço norte-americano Blingo, estréia no Brasil, na quarta-feira (02/03) o Wini, portal em que os internautas poderão fazer buscas utilizando as ferramentas do Google e do Buscapé com uma vantagem: a chance de ganhar prêmios a cada 5 minutos.

O sistema designa randomicamente os ganhadores dos prêmios, que incluem vales compras ou descontos em lojas parceiras do serviço. Até a estréia, o serviço já contava com oito lojas participantes, incluído as LojasKD, Sepha Cosméticos, Furuta, Net Movies e Camiseteria.com.br.

No primeiro mês de funcionamento, o Wini deve distribuir entre 15 mil e 17 mil cupons, segundo Ricardo Cabianca, diretor da Ca'bianca Comunicações e Negócios, parceira da WB4B na oferta do serviço.

A previsão é de que o site tenha mais de 3 milhões de pageviews e 200 mil usuários cadastrados no primeiro mês de operação.

O modelo de receita é baseado em links patrocinados e ações especiais patrocinadas pelas lojas – como a oferta de um prêmio especial anunciado em banner ou campanhas voltadas a públicos específicos.

"Também planejamos criar comunidades onde os usuários poderão trocar os vales. Se você ganhou um cupom de desconto na loja A e prefere comprar na loja B poderá fazer a troca por meio desta comunidade", explica Ca'bianca.

Segundo o executivo, os resultados exibidos nos sites são iguais aos que seriam encontrados nas ferramentas originais – Google e Buscapé.

Fonte: IDG Now!