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sexta-feira, 2 de maio de 2008

Pesquisa mostra receptividade ao mobile marketing

Uma pesquisa realizada via mensagens de texto com 554 usuários de telefones celulares residentes na cidade de São Paulo apontou que 66% dos entrevistados acreditam que a propaganda feita por meio de dispositivos móveis tem eficácia quando se pretende divulgar uma marca ou um produto. Realizado pelo Instituto QualiBest - especializado em pesquisas online, em parceria com a Ei Movil, focada em marketing e entretenimento interativo -, o levantamento mostrou também que 71% dos respondentes acreditam que esse tipo de abordagem funcionam como estímulo para que os consumidores procurem por mais informações sobre o conteúdo das mensagens. "O estudo deu uma idéia do tamanho do mercado de mobile marketing no Brasil, sendo que há uma grande receptividade por parte dos usuários em receber as propagandas em seus telefones celulares", diz Fábio Cardoso, diretor da Ei Movil.

Como não existe "almoço grátis", cerca de 70% dos pesquisados disseram preferir o recebimento de mensagens cujo conteúdo contenha promoções. Em seguida vieram as preferências por informações - com 13% - e novidades, com apenas 12% do total. No que diz respeito aos segmentos preferidos, 40% colocaram o Entretenimento como foco principal, 27% elegeram Tecnologia e 13% assuntos relacionados a Finanças. Mesmo diante das respostas positivas, somente 21% dos usuários disseram já ter recebido alguma propaganda via telefone celular, sendo que dos que se lembram de alguma campanha, 5% citaram ações da Editora Abril.

Segundo Daniela Daud, diretora do QualiBest, a pesquisa surpreendeu pelo alto índice de retorno, uma vez que apenas 60 minutos depois de enviadas as questões, mais da metade dos que as receberam já haviam enviado suas respostas. Ao final do estudo, 65% dos entrevistados - que estavam na faixa etária de até 30 anos - enviaram suas respostas. Para 23% deles, a abordagem via SMS é a segunda forma mais eficiente de pesquisa, perdendo apenas para a internet (58%) e seguida por telefone (8%) e entrevista pessoal (3%).

Fonte: Mariana Ditolvo, Meio & Mensagem.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Monitorar marca na web é lição de casa nº1

O monitoramento constante de sua marca na internet é uma obrigação para qualquer empresa, dizem Walter Longo, vice-presidente de estratégia e planejamento da Y&R, e Pedro Cabral, presidente da AgênciaClick.

Em palestras sobre o tema Marketing de Busca e Branding no Seminário INFO Marketing de Busca Para Quem Busca Resultados, ambos reforçaram a importância dos links patrocinados nas ações de marketing das empresas e de identificação do consumidor.

Segundo Longo, até mesmo em situações de gerenciamento de crise de marca os links patrocinados vem sendo utilizados.

Para Cabral, os links patrocinados ganham força extra quando, simultaneamente, empresas também colocam uma campanha na TV. Enquanto a propaganda na TV e o boca a boca cumprem o papel de propagar a marca e/ou o produto, os links patrocinados terão a função de facilitar a tarefa do consumidor para encontrá-la na internet.

Fonte: INFO Online

Links patrocinados são o mantra das empresas

O que empresas automobilísticas, de bebidas e bancos têm em comum? Investimentos crescentes em marketing online baseado em links patrocinados.

Na mesa redonda A Experiência das Empresas: A Internet a Serviço das Grandes Marcas, realizada durante o Seminário INFO Marketing de Busca Para Quem Busca Resultados, executivos do Bradesco, Fiat, Ford e Pepsi comentaram a atuação de suas empresas na web.

Luca Cavalcanti, diretor de marketing do Bradesco, diz que o banco conta com um orçamento de 15 milhões de reais para a publicidade online. Com 1,4 milhão de visitantes diários em seu site, ele destaca a importância das classes C e D como um público-alvo que deve merecer atenção especial.

Gustavo Siemsen, diretor de marketing Pepsi Brasil, destacou a grande disparidade entre o nível de atenção que as mídias online recebem do consumidor e o montante investido pelas empresas para atingir esse consumidor. Sem revelar cifras, Siemsen afirma que, pelo menos na Pepsi, o quadro começa a mudar. Os recursos para publicidade online saltaram de 5% para 11% do orçamento de marketing da companhia.

Jorge Stelmach, gerente de desenvolvimento de negócios da Ford na América do Sul, e João Ciaco, diretor de marketing da Fiat, reforçaram a importância da web na mudança de comportamento do consumidor. Segundo eles, 70% dos clientes passam pelos sites das montadoras antes de fechar a compra pessoalmente nos pontos de venda.

Com 11% do orçamento de publicidade direcionado para internet, a Fiat chegou até a desenvolver uma campanha iniciada na internet móvel, a do Super Punto. A estratégia foi baseada em pesquisas que indicavam um alto grau de interesse em tecnologia no público-alvo da empresa para esse modelo.

Fonte: INFO Online

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Qual o resultado do marketing de busca?

No seminário INFO sobre Marketing de Busca, em São Paulo, empresas de diferentes segmentos ressaltaram a crescente importância dos links patrocinados.

Representante do site de vendas diretas Sony Style, Lúcio Pereira, gerente de e-business da Sony afirmou que a meta da empresa é investir até 10% de verba de publicidade em internet. “Cerca de 27% do tráfego vem do SEM, e o cliente que vem direto do buscador tem uma taxa de conversão mais alta”, disse Pereira.

Rafael Rossi, gerente de marketing da Construtora Rossi, diz que os investimentos em links patrocinados devem aumentar cinco vezes neste ano. “Mais de 38% das visitas vem de link patrocinados e estamos reformulando nosso site para melhor aproveitar o SEM e o SEO”, disse Rossi.

O amadurecimento das técnicas de otimização dos sites e dos anúncios é outra tendência. “Usamos duas mil palavras por mês, e substituímos muitas delas de acordo com margens de aproveitamento. Nos baseamos nas taxas de clique e de conversão. É preciso fazer um ajuste fino, vendo em que dia e que horário as palavras funcionam melhor”, disse Fernando Costa, diretor de vendas de assinaturas da Editora Abril.

“O link patrocinado pode levar o usuário direto para o conteúdo que ele busca, não apenas para a home Page. Por isso estamos apostando em um sistema com URLs fixas as 22 mil palavras-chave que usamos”,disse Rossi.

Fonte: Juliano Barreto, da INFO Online

Yahoo! diz como agir nos links patrocinados

Os links patrocinados são utilizados em 30% a 40% das campanhas publicitárias online do Yahoo! Brasil.

Esta é a afirmação de Guilherme Ribenboim, presidente da empresa no País.

O percentual ainda é baixo, na opinião de Ribenboim. "As empresas que não incluem esta ferramentas em suas campanhas estão perdendo uma grande oportunidade, principalmente no caso dos profissionais liberais e pequenas empresas", disse.

O presidente do Yahoo! Brasil participou do Seminário INFO sobre Marketing de Busca, realizado no dia 28 de abril, em São Paulo. Ele afirma que a empresa tem de 15 a 20 mil anunciantes ativos por trimestre e que a audiência do portal é de 20 milhões de visitantes únicos por mês.

Ribenboim aconselha às empresas a iniciar o uso dos links patrocinados comprando palavras bem específicas em relação ao seu negócio. "Fizemos uma pequisa que revelou que a compra de palavras abrangentes e a adoção de um site ruim trazem um resultado negativo que leva os clientes a desistirem dos links patrocinados", disse.

Os sites das empresas devem ser objetivos e evitar o uso de Flash, na opinião do presidente do Yahoo! Brasil. "Na internet, o usuário tem pouco tempo, por isso acho melhor que o site da empresa tenha um HTML simples."

Adotando links patrocinados do Yahoo!, um motorista de van passou a captar novos clientes na internet, contou Ribenboim. "Agora ele tem uma frota." Uma equipe de consultores do Yahoo! acompanha o anunciante por 60 dias. "Se os resultados não estiverem bons, entramos em contato para tentar melhorá-los", afirma.

No caso dos grandes anunciantes, Ribenboim afirma que sempre que eles fazem alguma campanha offline, ela repercute no mundo online, com picos de busca. "Por isso é interessante complementar a campanha pela internet", disse. O presidente do Yahoo! Brasil apresentou o case da Pepsi, que "comprou o nome" dos jogadores de futebol quando fazia uma campanha de TV com o time, que trouxe uma visibilidade 120% maior para a marca.

Fonte: Kátia Arima, da INFO Online

Como empresas podem tirar o máximo do Google?

Estar sempre online e trabalhar com a sabedoria popular são boas práticas de anúncios, diz o Google.

As dicas foram dadas por Alexandre Hohagen, presidente do Google no Brasil, durante sua palestra no Seminário INFO sobre Marketing de Busca, em São Paulo, que reúne especialistas em SEO e SEM e profissionais de marketing das grandes empresas.

Hohagen citou em sua apresentação alguns casos de companhias, como Dell, Fiat e Schincariol, que usam as ferramentas busca na divulgação de suas marcas. "A Dell mudou totalmente sua forma de fazer publicidade depois de colocar todas as palavras que se relacionavam aos seus produtos nos links patrocinados", afirma Hohagen.

Segundo ele, é importante que as empresas percebam que o comportamento dos usuários online reflete as suas atitudes no mundo offline. Isso vale para eventos sazonais, como é o caso da procura por peixes na época da Páscoa ou mesmo por personagens que nascem de um dia para o outro, como o aumento na procura pelo termo "Rafinha", o vencedor da etapa 2008 do Big Brother Brasil, que ocorreu no início do ano.

Outra prioridade é a produção de vídeo. Hohagen lembra que há uma grande migração hoje da audiência de outras mídias para vídeos de consumo rápido, como os que circulam no YouTube. "Há trabalhos como um vídeo da marca Dove que mostra a transformação de uma mulher e já foi visitado mais de 61 milhões de vezes", diz.

A interatividade com o público-alvo é outra boa prática apresentada pelo Google. Criar ações online que permitam a intervenção do cliente é uma forma de chamar a atenção, além de obter um conhecimento instantâneo e gratuito de quem compra o produto. "A Mastercard criou no YouTube uma campanha para que as pessoas fizessem vídeos falando o que para elas não tinha preço", afirma.

Google fará treinamento para Adwords

Hohagen também anunciou que a empresa acaba de fechar parceria com uma empresa de treinamento para dar cursos presenciais de Adwords no Brasil. Eles serão ministrados no recém-inaugurado centro de estudos e desenvolvimento da empresa. "Os cursos já estarão disponíveis nas próximas semanas nos níveis básico, intermediário e avançado", diz.

Fonte: INFO online, Bruno Ferrari

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Google é a marca mais poderosa do mundo pela segunda vez

Pelo segundo ano consecutivo, o Google se configura como a marca mais poderosa do mundo, segundo o ranking Brandz, publicado nesta semana pela empresa de consultoria britânica Millward Brown.
O Google, o site de buscas mais popular da internet, aparece no topo com um valor de mercado em torno de US$ 86 bilhões, 30% a mais que no ano passado.

"A posição do Google se deve a uma fantástica atuação financeira e ao valor de seu capital", comentou o diretor de contabilidade internacional da Millward Brown, Peter Walshe.

Na segunda posição aparece o conglomerado industrial, financeiro e de meios de comunicação General Electric (GE), com quase US$ 71,38 bilhões, seguido da gigante da informática Microsoft, avaliada em US$ 70,89 bilhões.

Entre os dez primeiros estão Coca-Cola (quarto lugar), seguida pela China Mobile, IBM, Apple, McDonald's, Nokia e Marlboro. O valor total de todas as marcas do ranking aumentou 21%, ao passar de US$ 1,6 trilhão em 2007 para US$ 1,94 trilhão em 2008.
"O ranking de marcas deste ano demonstra a importância de investir em marcas, especialmente em momentos de turbulências nos mercados", afirmou Joanna Seddon, conselheira delegada de Millward Brown.

"Nossos dados mostram que as marcas fortes continuam superando as fracas em participação de mercado e em preços de ações durante as recessões", disse.

A classificação da Millward Brown foi realizada a partir de uma pesquisa de opinião de um milhão de consumidores no mundo todo e de diversos dados financeiros sobre 50 mil marcas internacionais.

Fonte: EFE

terça-feira, 15 de abril de 2008

Google Busca Universal chega ao Brasil

Sem alarde, o Google estreou no começo de abril o OneBox, seu conceito de busca universal que congrega informações de diferentes serviços da empresa a partir de um mesmo termo introduzido na sua busca convencional.

Chamado de Busca Universal no Brasil, o conceito já permite que brasileiros encontrem informações sobre sessões de cinema nas principais capitais no país e ofertas de livros disponíveis dentro do Google Pesquisa de Livros, confirmou o Google Brasil nesta sexta-feira (11/04).

Desde o dia 4 de abril, o resultado da busca pelo título de um filme pede que o usuário entre o nome da cidade onde mora, remetendo a uma lista de sessões de cinema disponíveis exibindo determinada obra.

O Google Brasil confirmou que cinemas das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre já estão funcionando - muitas empresas do setor nestas cidades, porém, ainda não fecharam acordos de conteúdo, o que leva a resultados ainda incompletos.

O serviço Pesquisa de Livros do Google também está pronto e funcionando, afirmou o buscador, acrescentando que livros encontrados no serviço já contêm links para lojas virtuais onde as obras poderão ser compradas.

O Google Brasil afirmou que a Busca Universal não tem data para lançamento oficial e deverá ser ganhar funções aos poucos.

Fonte: IDG Now!

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Brasil e México são foco do Google na América Latina

Até 2012, cerca de 30% da população da América Latina terá acesso à web via banda larga. Atualmente, esse porcentual não passa de 10%. O número de assinantes de internet passou de 17,6 milhões em 2003 para 34,9 milhões em 2007 na América Latina, para uma base de cerca de 80 milhões de usuários. Com base nesses números, o Google decidiu reforçar o investimento da companhia na região, com destaque para Brasil e México. "Brasil e México são os países com maiores oportunidades de crescimento para o Google na América Latina", afirma Jose Maria Lopez, gerente da empresa para a região, sem revelar o quanto vai investir. "É onde a companhia vislumbra maior espaço para oferecer seus produtos e serviços, uma vez que o Chile - campeão de acesso per capita à internet na região - e a Argentina já contam com uma penetração maior da web nos lares", reforça.

Ele comenta que 10% da população mundial têm acesso às redes sociais, dos quais 29% acessam o MySpace, 12% o FaceBook e 11% o Orkut.
Embora não revele dados, o executivo assegura que a empresa vai continuar crescendo de forma acelerada na América Latina nos próximos anos. O Brasil foi o país no qual o Google registrou maior crescimento em 2007. Segundo Lopez, a base instalada de computadores está em expansão - a base de computadores duplicou nos últimos cinco anos na região, onde o mercado de internet movimentou US$ 85 bilhões em 2007.

Um dos principais objetivos do Google é universalizar o acesso à internet em toda a América Latina, segundo o diretor-geral da empresa para a região, Daniel Alegre. A companhia abriu escritório em São Paulo em 2005, um mês depois no México e, em abril do ano passado, em Buenos Aires, além do centro de desenvolvimento em Belo Horizonte, há um ano.

O escritório de Buenos Aires tem tido um crescimento tão rápido que servirá de suporte para Itália e Espanha. "A América Latina é a região que mais cresce em termos percentuais, mais que a Índia e a China", afirma o executivo. Dos cerca de 80 milhões de usuários da internet na região, cerca de 25% têm acesso à banda larga.

O executivo diz ainda que entre os obstáculos à democratização da internet na região está o alto custo dos computadores e dos celulares com tecnologia Wap. "Trabalhamos junto com governos da região para levar o acesso à internet para todo mundo", afirma Daniel Alegre. Ele diz ainda que a internet precisa ser gratuita e cita o exemplo do programa Android, sistema operacional aberto para celulares, que a empresa vai lançar em breve. O executivo comenta que o crescimento da empresa na América Latina supera os três dígitos e que mais de 50% do tráfego dos produtos da empresa acontecem fora dos EUA.

Propaganda

José Maria Lopez destaca o aumento da publicidade on-line na região, que triplicou nos últimos três anos e atinge 3% do total de investimentos em mídia. O executivo salienta também o aumento do investimento em publicidade on-line em canais de TV por internet e lembra da All TV, de São Paulo, que comercializa banners em sua programação. O comércio eletrônico alcança US$ 1,8 bilhão na região, informa Lopez. O preço de acesso à internet na América Latina recuou de US$ 35 por mês para US$ 28 nos últimos três anos. Lopez ressalta o esforço do governo de alguns países da América Latina região em lançar programas e facilitar o acesso à banda larga nas escolas.

Fonte: Gustavo Viana, Gazeta Mercantil

terça-feira, 8 de abril de 2008

Computadores vencem a barreira da classe D no início de 2008

As vendas de computadores no Brasil chegaram em março a uma nova fronteira: a classe D. Segundo o presidente da maior fabricante de PCs e notebooks do Brasil, a Positivo Informática, Hélio Rotenberg, a classe C também já está conseguindo arcar com prestação de um computador melhor. E isso está acontecendo uniformemente em todo o país, segundo o executivo.

"Já estamos pegando uma pontinha da classe D (na venda de computadores), já tem empregada doméstica comprando computador, o autônomo que ganha R$ 800 também", disse Rotenberg durante entrevista no Reuters Latin America Investment Summit.

"Está sobrando dinheiro para as famílias de classe C e elas estão comprando computador. O tíquete médio subiu neste mês de março impressionantemente", afirmou. A chamada classe C é formada por famílias com renda média de cerca de R$ 1.000 por mês.

Segundo ele, as famílias estão aproveitando sobra de orçamento para optarem por modelos de computadores mais sofisticados, com telas de cristal líquido (LCD) de 19 polegadas.

"Temos um modelo de R$ 1.799, um computador completo com (monitor de) 19 polegadas e LCD. Vendeu uma quantidade em março absolutamente fora de qualquer padrão, com parcela de R$ 79. O cara que iria comprar pela parcela de R$ 59, já se dá ao luxo de escolher um computador com prestação de R$ 79", afirmou o executivo.

O Brasil avançou no ranking mundial de vendas de computadores em 2007, passando da sétima para a quinta posição, com vendas de 10,7 milhões de PCs entre desktops e notebooks. Esse volume, representou um salto de 38% sobre as vendas de 2006, de acordo com dados da empresa de pesquisa de mercado IDC.

A companhia prevê para 2008 "outro excelente ano para o consumo de PCs no País". Para Rotenberg, que cita institutos de pesquisa, o segmento de varejo do mercado brasileiro de PCs crescerá em média 30% ao ano nos próximos quatro anos.

Fonte: Alberto Alerigi Jr. e Maurício Savarese, da Reuters

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Novo sistema de busca brasileiro premia internauta por pesquisas realizadas

Wini oferece vales e cupons de desconto em lojas virtuais a usuários que utilizam buscas do Google e do Buscapé a partir do site.
Inspirado no serviço norte-americano Blingo, estréia no Brasil, na quarta-feira (02/03) o Wini, portal em que os internautas poderão fazer buscas utilizando as ferramentas do Google e do Buscapé com uma vantagem: a chance de ganhar prêmios a cada 5 minutos.

O sistema designa randomicamente os ganhadores dos prêmios, que incluem vales compras ou descontos em lojas parceiras do serviço. Até a estréia, o serviço já contava com oito lojas participantes, incluído as LojasKD, Sepha Cosméticos, Furuta, Net Movies e Camiseteria.com.br.

No primeiro mês de funcionamento, o Wini deve distribuir entre 15 mil e 17 mil cupons, segundo Ricardo Cabianca, diretor da Ca'bianca Comunicações e Negócios, parceira da WB4B na oferta do serviço.

A previsão é de que o site tenha mais de 3 milhões de pageviews e 200 mil usuários cadastrados no primeiro mês de operação.

O modelo de receita é baseado em links patrocinados e ações especiais patrocinadas pelas lojas – como a oferta de um prêmio especial anunciado em banner ou campanhas voltadas a públicos específicos.

"Também planejamos criar comunidades onde os usuários poderão trocar os vales. Se você ganhou um cupom de desconto na loja A e prefere comprar na loja B poderá fazer a troca por meio desta comunidade", explica Ca'bianca.

Segundo o executivo, os resultados exibidos nos sites são iguais aos que seriam encontrados nas ferramentas originais – Google e Buscapé.

Fonte: IDG Now!

terça-feira, 1 de abril de 2008

Yahoo! lança site para mulheres

O Yahoo! lançou nesta segunda-feira (31/03) um novo site destinado ao público feminino de 25 a 54 anos. O Yahoo! Shine é organizado em nove categorias (Moda e Beleza, Culinária, Vida Saudável, Trabalho e Dinheiro, Amor e Relacionamentos, Maternidade, Lar, Entretenimento e Cultura e Astrologia), e oferecerá recursos de outros sites da empresa.

A novidade faz parte da estratégia do Yahoo! em criar sites com audiência abrangente, em vez de focar em públicos específicos.

Brandon Holley, veterano em conteúdos sobre estilo de vida será o editor-chefe e haverá participação de editores de outros veículos como a Lucky Magazine, o Carrer Journal, do The Wall Street Journal, e a BluePrint Magazine.

O Yahoo! Shine também oferecerá uma plataforma de blog para seus usuários e os editores selecionarão os melhores posts para inseri-los no conteúdo do site.

O público a que o novo site se destina é muito visado por anunciantes, por isso o Yahoo! espera que a receita de publicidade gerada ultrapasse 1,8 bilhão de dólares em 2008, com base em análises da TNS Media Intelligence.

Fonte: IDG Now!

quinta-feira, 27 de março de 2008

Internet atinge seu maior patamar no Brasil

Endereços eletrônicos para relação institucional, com informações sobre a empresa e suas políticas, ganham atenção dos usuários

O número de internautas residenciais ativos em fevereiro de 2008 cresceu 4,5%, atingindo 22 milhões de usuários, 56,7% mais do que em fevereiro de 2007. Também continuamos a ser o país com maior tempo médio mensal de nagevação residencial por internauta entre os 10 países monitorados pela Nielsen/NetRatings, com 22h42min, 48 minutos menos do que em janeiro de 2008 e 3 horas e 17 minutos acima do tempo de fevereiro de 2007. Completam a lista dos cinco países com maior tempo médio mensal por pessoa no domicílio os Estados Unidos (19h52min), a França (19h40min), o Japão (18h29min) e o Reino Unido (17h46min).



“A internet brasileira é tão impressionante que atingimos o maior número de usuários residenciais ativos em fevereiro, mês tradicionalmente fraco para a internet: 1) mês com menos dias, portanto, com menos possibilidade de navegação; 2) mês com período de Carnaval, também com menor possibilidade de acesso residencial, pois muitos usuários viajam durante esse período. Além do recorde, vivemos o maior boom de crescimento desde o início das medições no país”, afirma Alexandre Sanches Magalhães, gerente de análise do IBOPE//NetRatings.

As categorias com melhor desempenho por número de usuários residenciais em fevereiro, comparando com janeiro, foram: “Educação e Carreira”, impulsionada tanto pelos sites de educação, quanto pelos endereços ligados à carreira profissional, com crescimento de 14,4%, atingindo 10,8 milhões de internautas, “Informações Corporativas”, que cresceu 10,3% e recebeu 8 milhões de visitantes únicos, “Notícias e Informações”, com 9,3% de aumento, com visitas de 14,4 milhões de pessoas, “Governo e Empresas sem Fins Lucrativos”, que cresceu 8,3% em número de usuários, atingindo 10,3 milhões de brasileiros, além de “Telecom e Serviços de Internet”, cujo crescimento no período atingiu 8%, recebendo a visita de 20,3 milhões de brasileiros.

Já no período de um ano, enquanto a internet residencial ativa cresceu 56,7% em número de usuários no período, algumas categorias cresceram muito mais: “Viagens e Turismo” (99,6%), “Informações Corporativas” (91,7%), “Casa e Moda” (86,1%), “Notícias e Informações” (66,7%) e “Governo e Empresas sem Fins Lucrativos” (66%). “Destaco os números da categoria “Informações Corporativas”, que foi a segunda em crescimento em número de usuários, mas a primeira em aumento de visitas por pessoa em ampliação do tempo gasto por usuário. Isso pode indicar que é cada vez maior a importância da internet na comunicação institucional, fornecimento de informações sobre a empresa, suas ações na comunidade, seu atendimento ao cliente online, ou seja, estamos observando a transferência do contato cliente/empresa para as páginas da internet”, afirma Magalhães. “Esse movimento amplia a importância do ambiente online para as empresas, passando de um ponto de exibição do portfólio da empresa para um canal de relacionamento”, complementa o gerente.

Para todos os ambientes (residência, trabalho, escola, cybercafé, bibliotecas, telecentros etc), o IBOPE//NetRatings atualizou o número do total de pessoas com acesso à internet, atingindo 40 milhõ ;es de pessoas, também o maior patamar desde setembro de 2000, início das medições no país. Esse número é relativo ao quarto trimestre de 2007, que inclui pessoas com 16 anos de idade ou mais. Também trimestral, o total de pessoas com acesso residencial à internet em fevereiro de 2008 atingiu 34,1 milhões de indivíduos com dois anos ou mais, número 54,1% maior que o do mesmo período do ano anterior.

Fonte: IBOPE//NetRatings

terça-feira, 25 de março de 2008

De carona no Google

A otimização de sites para mecanismos de busca gera uma nova safra de empresas no Brasil.

Há três anos, o advogado Steven Sudré, hoje com 30 anos, foi buscar uma solução para aumentar as parcas 60 visitas mensais que recebia em seu site de reservas online. Foi quando descobriu a sigla SEO (Search Engine Optimization) e também um novo negócio. As técnicas de otimização de sites para buscadores viraram o foco da empresa que ele abriu com os holandeses Peter Faber, 37 anos, e Pieter Lemstra, 33 anos — a Brane. O investimento inicial foi de 20 mil reais.

No começo o trabalho era basicamente de evangelização. Quando batiam na porta dos potenciais clientes, tinham de explicar todo o conceito. Hoje, com a web 2.0, o caminho é inverso. São os clientes que procuram a empresa. "Infelizmente, não conseguimos atender a todos", diz o sócio-diretor Sudré. Em menos de seis meses a empresa se tornou lucrativa. Seu foco continua o mesmo da época da criação: SEO e SEM (Search Engine Marketing). Além de ajudar os sites dos clientes a ser localizados pelos robôs do Google, a Brane também administra campanhas de links patrocinados. A idéia deu tão certo que hoje a empresa atende mais de 70 clientes como as lojas Marisa e a Dimep.

Mercado em alta
A boa notícia é que o boom do SEO/SEM mal começou. Ainda há muito espaço para explorar esse mercado: uma grande quantidade de empresas desconhece o conceito de otimização de sites. Outras já estão buscando a ajuda de especialistas. "As grandes agências não conseguem atender a demanda de empresas menores, o que abre um espaço a ser explorado", afirma André Zimmermann, diretor de operações da Media Contacts, agência internacional de mídia interativa.

O mercado está bombando. Há dois anos, os americanos desembolsaram 5,7 bilhões de dólares com a otimização de sites e a gestão de links patrocinados, segundo dados da Search Engine Marketing Professionals Organization. A estimativa é chegar a 11 bilhões de dólares em 2010.

Muitas empresas estão de olho no primeiro lugar da busca do Google — o que é um dos desafios dos prestadores de serviços. "A grande sacada do SEO é produzir o site pensando no usuário e não no robô, que tem usado o raciocínio do usuário", afirma Renato Fabri, 32 anos, diretor de criação e sócio (com Pierre Mantovani) da agência digital Tribal. Do total de 10 milhões de reais que ela deve faturar em 2007, os serviços de SEO representam cerca de 5%. Mas Fabri alerta os clientes que o SEO não é uma ciência exata.

No caso dos serviços de SEM, boa parte das empresas que os procuram ainda não entraram no mundo online e, por isso, não entendem a linguagem e as estratégias da web. É comum precisarem de consultoria. A Tribal, por exemplo, já fez o trabalho de SEO atrelado a outros serviços digitais para clientes como Philips, Grupo Suzano e Mercedes-Benz.

Como começar
A otimização de um site leva de seis a 12 meses e requer profissionais bem preparados. É preciso ter um bom conhecimento técnico do funcionamento das páginas web, entender de programação e estruturação de sites e ainda ter boas sacadas de gestão e marketing. A própria internet pode ajudar no aprendizado. Os sites de busca dão muitas dicas. Além disso, há uma boa quantidade de tutoriais espalhados pela web.

Existem ainda empresas que oferecem cursos de webmarketing, com foco em SEO e SEM. Mas todo preparo é pouco: os buscadores são dinâmicos, o que exige uma atualização constante do prestador do serviço. A participação em eventos e fóruns online pode ajudar. O principal investimento que quem vai começar nessa área precisa fazer está no conhecimento. A Brane, por exemplo, teve que treinar seus profissionais no início, já que não havia especialistas em SEO e SEM no mercado. Em termos financeiros, um negócio com foco nessa área demanda cerca de 20 mil reais inicialmente. É a quantia necessária para comprar PCs com boa capacidade de processamento, contratar webmasters e pagar treinamento.

Para lojas virtuais
Dentro do universo do SEO/SEM é possível fugir do óbvio e inovar. A Brane, por exemplo, anunciou recentemente um software específico para lojas virtuais. Batizado de Merchant Metrix, ele é voltado para os buscadores. Como essas ferramentas não compreendem a maioria dos aplicativos de lojas virtuais, o produto da Brane se propõe a construir a loja já otimizada.

Fonte: Info Online

Publicidade online exige coragem para realocar verba

Fazer publicidade online não é barato. E para que ela funcione, é preciso ter coragem de tirar verba destinada a outras mídias e redirecioná-la para esta mídia. Esta é a opinião da publicitária Elisa Calvo, ex-Young & Rubican, que participou do painel "Online e offline: existe convergência entre as mídias?", no segundo e último dia do World Web Expo Forum, evento realizado em São Paulo com promoção das revistas TI INSIDE, TELA VIVA e TELETIME e organização da Converge Comunicações.

Segundo Elisa, nos Estados Unidos, de 10% a 15% das verbas das campanhas estão sendo destinadas ao serviço online. Enquanto isto, no Brasil, clientes e agências não estão preparados para investir grandes cifras nas campanhas de internet. "Não adianta destinar R$ 30 mil para uma campanha online, não é suficiente", afirma ela.

Realizar trabalhos para a internet também exige a manutenção das ações, ao contrário das mídias tradicionais. Para o diretor da área interativa da Age, João Binda, o problema vem dos anunciantes e principalmente das agências, tanto da área de mídia quanto de criação. "Grande parte das agências não têm sequer departamento interativo", diz o diretor.

Canal exclusivo

Elisa apresentou durante o painel o case da campanha da cerveja Nova Schin, criada pela Young & Rubican para o período de verão e Carnaval. Ela conta que a campanha, realizada com o objetivo de mudar a percepção que se tem da cerveja, foi considerada um sucesso devido aos números: foram 94 mil downloads da música tema da campanha em dois dias e 238 mil visitantes únicos no site.

A agência criou um canal exclusivo da marca no You Tube e realizou uma promoção, convidando os internautas a enviarem os seus vídeos com o tema da campanha: "O que é 'pegar leve' para você?". O resultado desta ação, no entanto, deixou a desejar. "Esperávamos 300 vídeos e recebemos apenas 103", disse Elisa. Ela contou também que a campanha previa ações para o celular, que não foram feitas devido a problemas técnicos. "Estávamos com tudo pronto, mas quando testei o envio para um consumidor, não funcionou", diz.

Elisa explicou também que nem todos os comentários dos usuários no canal do You Tube foram positivos, o que assustou o anunciante. "Estamos em uma arena pública. Seria estranho se só surgissem comentários bons. Se não houver uma relação real, o consumidor perceberá", conclui.

Banners

Quando questionados sobre a eficiência do banner, ambos os publicitários concordaram que o banner está longe de desaparecer. Eles são considerados essenciais para gerar freqüência em uma campanha. "Inovar é ótimo, mas antes disso é preciso fazer o básico, ou seja, banners e busca", conclui Elisa.

Fonte: TI Inside

Jakob Nielsen: 24% dos internautas não sabem como acessar o Google

Guru de design e usabilidade de sites revela que usar o mecanismo de busca não é tão simples quanto parece.
O especialista em design de sites quis descobrir quão difícil é usar o mecanismo de buscas do Google.

"Não me refiro ao desafio de selecionar bem as palavras-chave ou de filtrar e interpretar os resultados. Isso é complexo demais", ele disse. "Quero saber se você tem dificuldade em descobrir o local onde deve digitar a palavra que quer pesquisar".

É possível fazer isso no espaço que fica no canto superior direito do navegador ou pela página do Google. Mas o estudo de , publicado no site useit.com, mostra que essa prática não é tão comum como imaginamos: 24% dos internautas não sabem disso.

Um quarto dos internautas que responderam à pesquisa contou que quando quiseram utilizar a ferramenta de busca, sentaram-se em frente ao computador e perceberam-se sem saber o que fazer para acessar o Google. "Eles desistiam de procurar pelo termo ou acabavam usando a primeira ferramenta de busca que lhe saltasse aos olhos", disse .

De acordo com a pesquisa, uma parcela de 76% usuários bem-sucedidos não representa um resultado ruim. Mas se considerarmos que acessar o Google é uma tarefa muito simples e que os internautas que participaram da pesquisa estão familiarizados com a internet, esse número surpreende.

Fonte: IDG Now!

terça-feira, 18 de março de 2008

PC está em 24% dos lares brasileiros

O estudo, conduzido pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) confirma a forte expansão do mercado de computadores pessoais em 2007.

Até o final de 2006, 20% dos lares no Brasil tinham computadores, índice que chegou a 24% no ano passado, praticamente um quarto dos domicílios. Segundo a análise do Núcleo, a principal responsável pela penetração dos PCs nas casas brasileiras foi a classe C. Famílias com renda entre 3 e 5 salários mínimos foram as que mais compraram computadores no ano passado. O principal incentivo para a inclusão digital, diz o NIC.br, foram o financiamento alongado e os menores preços dos PCs.

O estudo, realizado pelo terceiro ano seguido, demonstrou pela primeira vez que a maioria dos brasileiros com mais de dez anos (53%) já usaram um computador. Entre as pessoas que não possuem PCs, 78% alegam que o maior obstáculo é o preço alto das máquinas.

No universo das pessoas que não acessam a internet, 55% dizem que não têm habilidade para usar a web. Outros 31% alegam que é caro navegar e 39% simplesmente dizem não ter interesse ou necessidade de usar a internet. Neste item, o entrevistado podia apontar mais de um motivo.

O estudo de 2007 apontou que cresceu de 30% para 49% a quantidade de pessoas que acessa a internet por meio de telecentros e LAN houses.

A pesquisa aponta leve expansão da banda larga no país. Atualmente, serviços de banda larga estão disponíveis em 50% dos domicílios. Em 42% das cidades analisadas só há acesso à web via dial-up. O estudo ouviu brasileiros de todas as regiões do país em 17 mil domicílios.

Fonte: Info online

sexta-feira, 7 de março de 2008

Google realiza pequena modificação em busca

A Google realizou uma pequena modificação em seu sistema de busca, que agora oferece, em alguns casos específicos, um campo de busca secundário, que procura um novo termo dentro de um determinado site a partir da página de resultados da busca inicial.

Segundo o site TechCrunch, a novidade está disponível apenas para grandes sites. Uma busca por Amazon, por exemplo, retorna o link da loja virtual americana com um novo campo que permite pesquisar dentro de seu site. O mesmo acontece para lojas como Border, BestBuy e OfficeMax, ou os canais de conteúdo NY Times e Wikipédia.

Em testes realizados pela Magnet constatou-se que a função não está disponível ainda no site em português. Sendo assim, é necessário que o usuário interessado em testá-la clique no link "Google in English", no rodapé da capa do serviço.

Embora interessante, o campo de busca auxiliar nada mais é que uma interface para uma opção de busca antiga, provida há anos pelo serviço através do acréscimo das palavras "site:www.endereco.com". Todavia, se a opção visual se difundir por outros sites do serviço pode facilitar a vida do usuário comum e, quem sabe um dia, se transformar em padrão no Google.

Fonte: Revista Geek

Yahoo com novos formatos para anúncios online

O Yahoo! tem dois novos formatos para anúncios publicitários em vídeos online. Num deles, ao passar com o cursor do rato sobre o vídeo, o utilizador vê uma camada semitransparente sobre a imagem. Ao clicar nesta camada, o utilizador é redirecionado para o site do anunciante.
O outro novo formato é uma "mancha" que dura três segundos, antes do vídeo ser lançado e depois transforma-se em banner que, quando é clicado, pausa o vídeo e lança um anúncio interativo.

Os novos formatos estão disponíveis nos vídeos do portal transmitidos nos EUA e têm já anúncios de empresas como Adobe, HBO ou Sharp.

A compra da Maven Networks, empresa especializada em novos formatos de publicidade digital, parece ter começado a dar frutos ao Yahoo!.

Fonte: Exame Informática

terça-feira, 4 de março de 2008

Internet como a principal mídia do mundo

Apesar de recente - cerca de 20 anos de idade - a Internet já é considerada tão fundamental quanto mídias tradicionais como a televisão. Em alguns casos, há quem prefira qualificá-la no caminho certo para se tornar o meio mais importante do mundo, como no caso de Marc Andreessen, referência no assunto digital, e um dos criadores do Netscape. "A internet está se tornando real agora de uma forma que nunca foi antes. Está se transformando na mídia principal na qual os consumidores se conectam para obterem informações e se comunicarem", disse em entrevista ao jornal "O Estado de S.Paulo".

Andreessen definiu a Web como um veículo de massa. Só no Brasil, conta com 40 milhões de usuários. Nessa linha, o especialista alertou para um movimento que deve acontecer em grande escala nos próximos anos na propaganda: a migração de grande parte da verba do meio offline para o on-line. Segundo ele, empresas do porte de Google, Microsoft e Yahoo "vão se beneficiar muito disso". Mas ainda há uma outra camada de iniciantes que também vai se aproveitar desse investimento que está por vir.

Por aqui o panorama e a tendência não são diferentes, segundo Fábio Saad, diretor de Mídia Online da DM9DDB. "Sempre pensamos a Internet nos planos de mídia. Temos que estar antenados à revolução, pois os clientes também estão", diz. O publicitário conta que costuma pensar na comunicação integrada para atender aos anunciantes de internet, 25 no total. Segundo ele, não há fórmulas pré-determinadas. "Cada cliente precisa de um tratamento e utilizamos a internet tanto como meio de massa quanto segmentação com links patrocinados", completa.

Saad considera arriscado prever tendências para os próximos anos na propaganda digital. Sobretudo, deixa claro a idéia de que a comunicação tende a se difundir pelas plataformas. Ou seja, a mesma mensagem será consumida em vários dispositivos e em vários momentos diferentes. "Talvez o marketing em celulares traduza esse conceito. Mas na verdade tudo muda muito rápido e precisamos acompanhar a convergência dos meios, que é o caminho mais certeiro", aposta.

Com as prováveis mudanças, o diretor acredita no crescimento da participação da internet no bolo publicitário, fato já corriqueiro em pesquisas. A última delas, divulgada nesta segunda-feira pelo Projeto Inter-Meios, sagrou a Web como a mídia campeã no aumento de verbas: 45,7% durante 2007. Outro aspecto a ser notado, segundo Saad, é a entrada dos anunciantes diretamente no conteúdo. Ele prevê que marcas serão cada vez mais inseridas na programação, de forma a atrelar a publicidade ao material exibido.

Fonte: AdNews